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“Eu vejo o futuro repetir o passado/ Eu vejo um museu de grandes novidades”. Quem não identificou, o clichê é um trecho da música O Tempo Não Para, do saudoso músico brasileiro Cazuza. A tecnologia, que cada vez se torna mais invisível e pode ser definida simplesmente como dia a dia das pessoas e empresas, traduz, claramente, o que isso representa.
E o cemitério dos gadgets e das tecnologias corporativas comprovam esse movimento. Segundo o Institute of Electrical and Electronic Engineers (Ieee), maior organização técnico-profissional do mundo, os sinais de morte das tecnologias serão dados a partir de 2013. Além disso, alguns movimentos transformação a forma como conhecemos as tecnologias hoje, causando um impacto direto na formatação de produtos e na forma como lidamos com as soluções.
Parte do material saiu direto do forno do Ieee. A complementação fiz em entrevista com Tom Coughlin, membro da entidade. Veja o resultado abaixo e comente: você concorda?
Morte
Mudanças
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