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“A Ericsson investiu no Brasil US$ 1,8 bilhão nos últimos três anos e só vai investir mais se a freqüência escolhida for a de 1.9 GHz”, explica Paulo Castelo Branco, diretor da empresa.
Luis Cornetto, diretor comercial das Motorola, confirma a posição da Ericsson. “Nossos investimentos chegaram a US$ 210 milhões em linhas de fabricação analógica TDMA e CDMA. Não podemos esquecer tudo isso e estamos dependendo da Anatel”.
As duas empresas defendem que se a faixa de 1.9 GHz for escolhida o Brasil terá um forte crescimento no setor de exportações. “Este ano o país teve um aumento de 800% nas exportações de aparelhos celulares. Se a freqüência escolhida for a de 1.9 GHz isso vai aumentar porque nossos maiores clientes são os países da América Latina que usam esta faixa”, explica Castelo Branco, da Ericsson.
ABES
Renato de Oliveira Moraes
Déborah Oliveira
Redação